ESPECIAL SELEÇÕES

GRUPO E
DINAMARCA
A Dinamarca chega para a quarta Copa do Mundo de sua história em busca da segunda vaga do grupo. Os próprios atletas assumem que será difícil fazer frente a Holanda, mas todos acreditam que vence o Japão e Camarões é algo possível.
O time passa longe de ser brilhante. Do famoso apelido recebido em 1986, “Dinamáquina”, só sobrou o Dina. De máquina não há mais nada.
Mesmo com um time limitado tecnicamente, a experiência de alguns atletas renomados no futebol europeu pode fazer a diferença a favor dos nórdicos.
E para quem tem a minha idade e se acostomu a ver os irmãos Laudrup em campo nos anos 90....esqueça. Ele foi raridade. Neste selecionado somente uma jovem promessa joga algo parecido com o que os irmãos faziam.
CAMPANHA
A campanha nas Eliminatórias já pode ser considerada uma verdadeira vitória. O time terminou em primeiro de um grupo que tinha as Seleções de Portugal e da Suécia. Em dez partidas disputadas, a equipe venceu seis, empatou três e perdeu apenas um duelo. Foram 16 gols marcados e somente cinco sofridos.
TREINADOR
Morten Olsen
ESQUEMA TÁTICO
4-3-3
ESTILO DE JOGO
A Dinamarca se destaca pelo conjunto. Não há um craque, mas todo o elenco é aplicado taticamente e a marcação é muito forte. As bolas aéreas, os contra ataques rápidos e os chutes fortes são as principais armas da equipe.
PROVÁVEL TIME TITULAR
Sorensen, Kvist, Kjaer, Agger, Jacobsen, Poulsen, Jensen, Eriksen, Rommedahel, Gronkjaer e Tomasson
DESTAQUE
O nome mais conhecido atualmente do futebol dinamarquês é o da atacante Bendtner, do Arsenal. Apesar de não jogar na estreia por motivos de lesão, ele deve retornar na segunda rodada e ajudar a equipe com seus gols.
O matador não foge ao estilo de seus companheiros. É reconhecido pela altura e pela facilidade em empurrar a bola para dentro. Está sempre no lugar certo, na hora certa, mas não o peça para driblar alguém ou dominar a bola com carinho que essa não é a praia dele.
OLHO NELES
O zagueiro Agger joga no Liverpool e é bom jogador, contudo é zagueiro, o que torna difícil seu papel de se destacar. Canavarro conseguiu, mas Agger é para o italiano assim como Mphela é para Ronaldo Fenômeno.
Conitnuando.......apesar da má fase, o grandalhão Tomasson é outra esperança de gols.
Já o jovem Eriksen, o mais novo atleta da Copa, é uma aposta para o meio campo da equipe. O estilo de jogo é parecido com o do craque Michael Laudrup. Espero que seja mesmo. Alías, o mundo todo espera que surja outro atleta deste calibre na Seleção Dinamarquesa.
Quem sabe uma “Dinamáquina 2”?
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