ESPECIAL SELEÇÕES

GRUPO A
FRANÇA
A França entrou no cenário das grandes potências do futebol após o título da Copa do Mundo de 1998 e da Eurocopa de 2000. Porém, os Les Bleus não conseguem manter uma boa sequência de competições e os jogadores querem usar a Copa da África para acabar com esse estigma.
Para comprovar a montanha russa que é o selecionado francês basta pensarmos nas últimas campanhas da equipe no principal torneio entre países. Em 1998, veio o título. Em 2002, a eliminação na primeira fase sem fazer um gol sequer. Na Copa seguinte, o vice-campeonato.... e agora? O cenário é como em 98, a França chega desacreditada, mas desta vez não tem a torcida a seu favor.
O outro grande objetivo francês é provar que pode ser forte mesmo sem Zinedine Zidane.
CAMPANHA
A França fez uma péssima campanha nas Eliminatórias e terminou em segundo lugar em um grupo que tinha Sérvia, Romênia, Lituânia, Áustria e outras seleções de pouca expressão.
A França fez uma péssima campanha nas Eliminatórias e terminou em segundo lugar em um grupo que tinha Sérvia, Romênia, Lituânia, Áustria e outras seleções de pouca expressão.
A vaga veio na repescagem veio no mais claro toque de mão da história do futebol mundial. Diferentemente da discrição de Maradona em 1986, no jogo diante da Inglaterra, Thierry Henry dominou a bola com a mão descaradamente e tocou para Gallas fazer o gol que repôs a França no jogo naquela oportunidade. Só o juiz não viu. Coitados dos irlandeses, que tentaram até o último momento alguma decisão mais justa por parte dos cartolas da FIFA, mas não tiveram sucesso.
O fato, aliás, fez da França a seleção menos querida na Copa. Tamanha a injustiça da segunda mão de Deus da história das Copas.
TREINADOR
Raymond Domenech
Raymond Domenech
ESQUEMA TÁTICO
4-4-2
4-4-2
ESTILO DE JOGO
A França joga com um atacante enfiado entre os zagueiros e outros dois pontas mais abertos pondo correria na zaga adversária e tentando deixar o artilheiro na cara do gol. Os volantes altos e donos de longas passadas e a zaga forte fazem do sistema defensivo uma arma e um possível elemento surpresa dos Le Bleus.
PROVÁVEL ESCALAÇÃO
Lloris, Sagna, Gallas, Abidal, Evra, Toulalan,Gorcuff, Diaby, Ribéry, Govou e Anelka
A França joga com um atacante enfiado entre os zagueiros e outros dois pontas mais abertos pondo correria na zaga adversária e tentando deixar o artilheiro na cara do gol. Os volantes altos e donos de longas passadas e a zaga forte fazem do sistema defensivo uma arma e um possível elemento surpresa dos Le Bleus.
PROVÁVEL ESCALAÇÃO
Lloris, Sagna, Gallas, Abidal, Evra, Toulalan,Gorcuff, Diaby, Ribéry, Govou e Anelka
DESTAQUE
Thierry Henry, maior nome do elenco francês, não é mais titular absoluto e deverá passar o torneio no banco após a temporada medíocre que teve com a camisa do Barça.
Thierry Henry, maior nome do elenco francês, não é mais titular absoluto e deverá passar o torneio no banco após a temporada medíocre que teve com a camisa do Barça.
Apesar da má fase, nunca se pode desprezar um artilheiro do calibre de Thierry. Ele é o maior
goleador da história da Seleção da França com 117 gols marcados. Michel Platini, símbolo do futebol local, tem somente 72 tentos anotados.
OLHO NELES
Ainda não dá pra entender porque Karin Benzema não foi chamado. Mas vamos trabalhar no conjunto dos convocados. Ribéry, que para mim não joga nada, Anelka e Malouda são as principais apostas desta seleção que não empolga nada, porém, já provou que tem chegada.
Ainda não dá pra entender porque Karin Benzema não foi chamado. Mas vamos trabalhar no conjunto dos convocados. Ribéry, que para mim não joga nada, Anelka e Malouda são as principais apostas desta seleção que não empolga nada, porém, já provou que tem chegada.
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